
Doença De Peyronie
A doença de Peyronie é umas das causas da disfunção eréctil e existe tratamento em Portugal com 70% de eficácia!
A masturbação feminina ajuda a conhecer o corpo, explorar sensações e viver o prazer ao próprio ritmo. Pode promover relaxamento, autoconhecimento e uma intimidade mais satisfatória.

Durante muito tempo, a masturbação feminina foi envolvida em silêncio, vergonha e muitos preconceitos.
Ainda existem ideias como “se uma mulher se masturba é porque o parceiro não a satisfaz” ou que uma mulher que gosta de explorar o próprio prazer tem necessariamente mais desejo sexual do que o “normal”.
Nada disso faz sentido.
Uma mulher pode ter uma vida sexual fantástica com o parceiro e continuar a masturbar-se. Uma coisa não substitui a outra.
A masturbação é simplesmente uma forma de explorar o próprio corpo, descobrir sensações e desfrutar do prazer — sozinha ou até integrada na vida sexual do casal.
E pode trazer alguns benefícios interessantes.
Talvez este seja um dos maiores benefícios da masturbação.
Como explicar a alguém aquilo que nos dá prazer se nem nós próprias sabemos?
Explorar o corpo permite descobrir onde gostamos de ser tocadas, que tipo de pressão preferimos, quais os movimentos mais agradáveis e aquilo que simplesmente não funciona connosco.
Esse autoconhecimento pode tornar muito mais fácil comunicar desejos e preferências ao parceiro.
E isso pode traduzir-se numa vida sexual mais satisfatória.
Há dias em que só queremos desligar.
A excitação sexual e o orgasmo estão associados a alterações fisiológicas e à libertação de substâncias relacionadas com o prazer, relaxamento e sensação de bem-estar.
Por isso, algumas mulheres sentem-se mais tranquilas e descontraídas depois de se masturbarem.
E nem sequer é obrigatório chegar ao orgasmo.
O prazer não precisa de ter sempre uma meta.
Já sentiste aquela maravilhosa sensação de relaxamento depois de um orgasmo?
Não és a única.
Para algumas pessoas, masturbar-se antes de dormir pode ajudar a diminuir a tensão acumulada durante o dia e facilitar o relaxamento.
Não é um tratamento para a insónia, naturalmente, mas pode fazer parte de uma rotina agradável antes de dormir.
Aqui temos um benefício particularmente interessante.
Durante o orgasmo existem contrações rítmicas dos músculos da região pélvica, seguidas de relaxamento. Algumas mulheres relatam que esta combinação, juntamente com a sensação geral de bem-estar provocada pelo orgasmo, ajuda temporariamente a aliviar as cólicas menstruais.
Para outras, no entanto, pode não fazer diferença.
Cada corpo responde de maneira diferente.
Mãos, dedos, pressão, movimentos, fantasias, estimulação externa ou brinquedos íntimos...
Existem inúmeras formas de explorar o prazer.
E uma das grandes vantagens de estar sozinha é poder experimentar sem pressa e sem a preocupação de satisfazer outra pessoa.
Podes perceber, por exemplo, que preferes uma estimulação muito suave ou, pelo contrário, mais intensa. Que determinados movimentos funcionam melhor. Ou descobrir sensações que nunca tinhas experimentado.
É o teu corpo. Explora-o ao teu ritmo.
Masturbação e sexo com um parceiro não são concorrentes.
Na realidade, podem complementar-se muito bem.
Quanto melhor conheces aquilo que te dá prazer, mais facilmente consegues orientar o parceiro:
“Assim.”
“Mais devagar.”
“Um pouco mais de pressão.”
“Não pares.”
Além disso, a masturbação também pode fazer parte da intimidade do casal. Algumas pessoas gostam de se masturbar na presença do parceiro ou de explorar brinquedos juntos.
O importante é que ambos se sintam confortáveis.
A masturbação também pode ser simplesmente um momento dedicado a nós próprias.
Sem expectativas. Sem desempenho. Sem obrigação de chegar ao orgasmo.
Explorar o prazer pode ajudar algumas mulheres a sentirem-se mais confortáveis com o próprio corpo e a encarar a sexualidade com maior naturalidade.
E não existe uma frequência “certa”.
Há mulheres que se masturbam frequentemente, outras ocasionalmente e outras que simplesmente não têm vontade.
Todas são perfeitamente válidas.
Durante o orgasmo existem contrações dos músculos do pavimento pélvico, mas isso não significa que a masturbação substitua exercícios específicos para esta musculatura.
Se o objetivo é trabalhar conscientemente o pavimento pélvico, os exercícios de Kegel podem ser uma opção. O mais importante é aprender a identificar e exercitar corretamente estes músculos.
Descubra aqui o nosso guia de exercícios de Kegel.
Das duas maneiras.
Não é necessário utilizar um brinquedo para desfrutar da masturbação. Mas vibradores, estimuladores externos e outros produtos de bem-estar íntimo podem permitir experimentar diferentes intensidades, movimentos e tipos de estimulação.
E não, utilizar um vibrador não significa que depois deixes de conseguir sentir prazer sem ele.
É apenas mais uma forma de conhecer aquilo de que gostas.
Masturbar-se é normal. Não ter vontade também.
Esta talvez seja a mensagem mais importante.
Não precisamos de transformar a masturbação feminina numa obrigação só porque finalmente começámos a falar dela sem vergonha.
Masturba-te porque te apetece, não porque alguém diz que “deves” fazê-lo.
Sozinha ou acompanhada. Com as mãos ou com brinquedos. Com orgasmo ou simplesmente pelo prazer do momento.
O teu prazer também merece espaço.
Conhece o teu corpo. Explora o teu prazer. Desfruta.
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— Enfermeiros Renato Gonçalves e Francisco Martins —
A doença de Peyronie é umas das causas da disfunção eréctil e existe tratamento em Portugal com 70% de eficácia!

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